"As forças armadas devem combater a criminalidade"
Pesquisador de guerras irregulares, major do Exército diz que narcotráfico é questão federal e não pode ser combatido apenas pelas polícias
Por Francisco Alves Filho
Mineiro radicado no Rio de Janeiro, durante cinco anos, o major do Exército Alessandro Visacro, 39 anos, se dedicou a estudar o tipo de combate praticado por grupos clandestinos em todo o mundo. A conclusão de sua pesquisa: os narcotraficantes que atuam em cidades como Rio ou São Paulo têm formas de ação similares às das organizações terroristas internacionais. Logo, se o terror é combatido pelas Forças Armadas, o crime organizado também deve receber o mesmo tratamento.
Nesta entrevista, o militar defende publicamente esta posição. "As Forças Armadas têm um repertório de capacidades muito grande, que pode ser utilizado contra grupos armados, sejam eles do interior da selva amazônica, da área fronteiriça ou de uma área urbana ocupada por alguma facção criminosa", diz. Segundo ele, a solução para o problema da Segurança Pública envolve medidas que também dependem do governo federal.
"É imprescindível reduzir a oferta de cocaína dos três principais produtores mundiais: Colômbia, Peru e Bolívia.
Essa é uma tarefa do Ministério das Relações Exteriores." Suas ideias estão no livro "Guerra Irregular - Terrorismo, Guerrilha e Movimentos de Resistência ao Longo da História" (Editora Contexto). Este tipo de guerra é marcado por recursos como sequestros, sabotagens e ações terroristas.
ISTO É - A polícia cumpre hoje um papel que seria das Forças Armadas?
Alessandro Visacro - Sim. Se olharmos o Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope), ele é mais uma tropa de combate que uma força policial. No mundo não há algo similar. A Swat americana atua no resgate de um refém, em um momento de crise, algo pontual. O Bope é uma força de incursão e tem técnicas de uma tropa de infantaria voltada para o combate urbano. A polícia hoje anda de forma ostensiva com um fuzil 7.62. Isso não é arma policial. Mas não pode ser de outra forma porque esse homem poderia ser alvo de disparos. O chamado caveirão (blindado da Polícia Militar) é um tipo de veículo que antes era de uso exclusivo das Forças Armadas e hoje é usado no combate rotineiro ao tráfico em morros cariocas.
ISTOÉ - Quais os resultados disso? Visacro - Ao olharmos para exemplos históricos em outras partes do mundo, vemos que, quando a polícia é obrigada a fazer o trabalho além de suas atribuições, costuma dar ênfase apenas às ações repressivas, em detrimento de outros pilares importantes como legitimidade do poder central e apoio da população. Essas operações visam apenas a esses fins e são contraproducentes. Mas atribuir à polícia esses equívocos seria uma injustiça. Isso acontece porque queremos reduzir um problema amplo como o da violência urbana à visão simplista da Segurança Pública.
ISTOÉ - As Forças Armadas, então, devem assumir o papel de combate à criminalidade?
Visacro - É necessário, primeiro, que o Estado tenha uma política efetiva que englobe todos os campos do poder nacional. Um esforço da Nação em que haveria responsabilidade para todos, inclusive para as Forças Armadas. Mas com o cuidado de não militarizar o tema. Não podemos achar que ações repressivas vão trazer resultados a curto prazo. O emprego das tropas militares em qualquer forma de conflito obedece a preceitos muito claros. O uso fora desses critérios significa vulgarizar esse recurso, algo apenas empírico como instrumento de política paliativa. Isso não pode. Existe uma tendência natural da opinião pública de clamar pelo emprego das tropas. As Forças Armadas devem combater a criminalidade, mas uma solução definitiva não passa só por essa questão.
ISTOÉ - Como as tropas podem ajudar? Visacro - De várias formas. As Forças Armadas têm um repertório de capacidades muito grande, que pode ser utilizado contra grupos armados, sejam eles do interior da selva amazônica, da área fronteiriça ou de uma área urbana ocupada por alguma facção criminosa.
ISTOÉ - Os críticos dizem que as Forças Armadas são treinadas para aniquilar o inimigo e não para atuar em locais povoados por inocentes. Visacro - A ideia de que as tropas são preparadas apenas para usar tanques de guerra e bombardeio é um conceito da época da Revolução Industrial. Os militares de Operações Especiais são treinados tanto para o chamado tiro seletivo ou tiro de alta precisão quanto para os assuntos civis, que demandam atividades voltadas para a melhoria das condições de vida da população carente, como construir praças e pontes.
ISTOÉ - Quais são os parâmetros para o uso dos militares contra o crime?
Visacro - O conceito básico é que as Forças Armadas devem ser empregadas como instrumento efetivo da política de Estado. Algo claro, exequível, com objetivos bem definidos.
Deve haver amadurecimento da sociedade para que o seu inconformismo não seja efêmero. Qualquer política de Estado eficiente nessa área vai ser impopular, a longo prazo, e onerosa. O Estado só vai se lançar numa empreitada dessas quando souber que o respaldo popular vai resistir a essas condições. Aí sim se pode imaginar uma forma mais clara de colaboração das tropas. Esse amadurecimento da opinião pública demanda tempo e esse tempo tem cobrado caro de nós.
ISTOÉ - Quais as consequências da ação distorcida da polícia? Visacro - Os índices da violência urbana no Brasil são impressionantes. Especialmente os números de homicídios relacionados à repressão policial, os chamados autos de resistência. A polícia de São Paulo tem conseguido reduzir esse índice, mas a do Rio não. Hoje os policiais do Rio matam seis vezes mais que seus colegas paulistas. Estou longe de condenar o policial que está na posição de matar ou morrer. Mas um dos motivos é a corporação tentar cumprir uma função que não é dela. Somente numa incursão na Favela da Coreia, na Vila Cruzeiro, houve 20 mortos e sete feridos. Ação policial com esse número de vítimas é rara no mundo.
ISTOÉ - O sr. acredita que a sociedade se acostumou a isso? Visacro - A repressão que o Estado promove hoje é paradoxalmente mais violenta que a dos governos militares contra os movimentos de esquerda, quando houve abusos condenáveis.
Se formos olhar em termos numéricos, pelos relatórios da Anistia Internacional, os números são mais expressivos. A indignação com a tortura nas décadas de 70 e 80 deveria se repetir hoje. Estou falando da nossa tolerância e do nosso descaso com a vida humana. Se nós repudiamos e condenamos a repressão que aconteceu antes, por que aceitamos tranquilamente formas de repressão que são maiores em pleno Estado democrático?
ISTOÉ - Criminosos, como os traficantes, praticam guerra irregular?Visacro - As facções armadas ligadas ao crime organizado do Rio se inserem perfeitamente no contexto da guerra irregular, mas lhes falta organização. Mais importante que a definição acadêmica é a constatação de que ultrapassamos o limite do tolerável. É preciso entender que temos novas ameaças à sociedade, fragmentadas e não estatais.
ISTOÉ - A situação da criminalidade no Rio é a mais crítica do País?Visacro - Não. Mas tem características específicas que lhe dão maior visibilidade. A situação de São Paulo é tão crítica quanto a do Rio. Os episódios que o PCC protagonizou são emblemáticos. Em 2001, a um só comando 30 mil presos se amotinaram em 29 casas de detenção ao mesmo tempo. Isso demonstra organização e capilaridade. Dados de 2007 apontavam que os filiados ao PCC giravam em torno de 15 mil. Se isso estiver correto, coloca o PCC num patamar similar ao das Farc.
ISTOÉ - Quando esse tipo de combate tornou-se mais comum?
Visacro - A partir da Segunda Guerra Mundial. Hoje, os exércitos regulares estão desenvolvendo capacidades para atuar com forças irregulares. Criou-se o conceito de Forças Especiais, restritas e treinadas para atender às exigências do combate irregular.
ISTOÉ - Como as leis podem controlar esse tipo de combate?Visacro - Existe um problema de legitimidade muito delicado. Quando um exército começa a entrar nesse campo nebuloso, pode acarretar problemas não só de ordem legal, mas também ética e moral. Corre o risco de comprometer a legitimidade do poder central para quem ele realiza essa operação. Existe um limite de atuação que é aceitável e isso vai depender das leis de cada país.
ISTOÉ - É possível criar um conjunto de leis específico para esse tipo de ação? Visacro - Vamos ficar sempre na corda bamba. Até porque, as organizações clandestinas de luta armada vão sempre procurar o campo da indefinição jurídica, fora do espectro legal.
ISTOÉ - Por que a violência transcendeu o âmbito da Segurança Pública? Visacro - Quando reduzimos o problema ao mero escopo da Segurança Pública, estamos postergando sua solução. Esse tema é da esfera estadual. Mas veja: é imprescindível reduzir a oferta de cocaína dos três principais produtores mundiais, Colômbia, Peru e Bolívia. Essa não é tarefa dos Estados, e sim do Ministério das Relações Exteriores. Estabelecer acordos binacionais para combater o tráfico de armas, por exemplo. A questão envolve assuntos acima da competência dos órgãos estaduais, especialmente dos da Segurança Pública. Estamos exigindo demais da nossa polícia, distorcendo suas atribuições constitucionais.
Revista ISTOÉ - 01/06/2009
Por Francisco Alves Filho
Mineiro radicado no Rio de Janeiro, durante cinco anos, o major do Exército Alessandro Visacro, 39 anos, se dedicou a estudar o tipo de combate praticado por grupos clandestinos em todo o mundo. A conclusão de sua pesquisa: os narcotraficantes que atuam em cidades como Rio ou São Paulo têm formas de ação similares às das organizações terroristas internacionais. Logo, se o terror é combatido pelas Forças Armadas, o crime organizado também deve receber o mesmo tratamento.
Nesta entrevista, o militar defende publicamente esta posição. "As Forças Armadas têm um repertório de capacidades muito grande, que pode ser utilizado contra grupos armados, sejam eles do interior da selva amazônica, da área fronteiriça ou de uma área urbana ocupada por alguma facção criminosa", diz. Segundo ele, a solução para o problema da Segurança Pública envolve medidas que também dependem do governo federal.
"É imprescindível reduzir a oferta de cocaína dos três principais produtores mundiais: Colômbia, Peru e Bolívia.
Essa é uma tarefa do Ministério das Relações Exteriores." Suas ideias estão no livro "Guerra Irregular - Terrorismo, Guerrilha e Movimentos de Resistência ao Longo da História" (Editora Contexto). Este tipo de guerra é marcado por recursos como sequestros, sabotagens e ações terroristas.
ISTO É - A polícia cumpre hoje um papel que seria das Forças Armadas?
Alessandro Visacro - Sim. Se olharmos o Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope), ele é mais uma tropa de combate que uma força policial. No mundo não há algo similar. A Swat americana atua no resgate de um refém, em um momento de crise, algo pontual. O Bope é uma força de incursão e tem técnicas de uma tropa de infantaria voltada para o combate urbano. A polícia hoje anda de forma ostensiva com um fuzil 7.62. Isso não é arma policial. Mas não pode ser de outra forma porque esse homem poderia ser alvo de disparos. O chamado caveirão (blindado da Polícia Militar) é um tipo de veículo que antes era de uso exclusivo das Forças Armadas e hoje é usado no combate rotineiro ao tráfico em morros cariocas.
ISTOÉ - Quais os resultados disso? Visacro - Ao olharmos para exemplos históricos em outras partes do mundo, vemos que, quando a polícia é obrigada a fazer o trabalho além de suas atribuições, costuma dar ênfase apenas às ações repressivas, em detrimento de outros pilares importantes como legitimidade do poder central e apoio da população. Essas operações visam apenas a esses fins e são contraproducentes. Mas atribuir à polícia esses equívocos seria uma injustiça. Isso acontece porque queremos reduzir um problema amplo como o da violência urbana à visão simplista da Segurança Pública.
ISTOÉ - As Forças Armadas, então, devem assumir o papel de combate à criminalidade?
Visacro - É necessário, primeiro, que o Estado tenha uma política efetiva que englobe todos os campos do poder nacional. Um esforço da Nação em que haveria responsabilidade para todos, inclusive para as Forças Armadas. Mas com o cuidado de não militarizar o tema. Não podemos achar que ações repressivas vão trazer resultados a curto prazo. O emprego das tropas militares em qualquer forma de conflito obedece a preceitos muito claros. O uso fora desses critérios significa vulgarizar esse recurso, algo apenas empírico como instrumento de política paliativa. Isso não pode. Existe uma tendência natural da opinião pública de clamar pelo emprego das tropas. As Forças Armadas devem combater a criminalidade, mas uma solução definitiva não passa só por essa questão.
ISTOÉ - Como as tropas podem ajudar? Visacro - De várias formas. As Forças Armadas têm um repertório de capacidades muito grande, que pode ser utilizado contra grupos armados, sejam eles do interior da selva amazônica, da área fronteiriça ou de uma área urbana ocupada por alguma facção criminosa.
ISTOÉ - Os críticos dizem que as Forças Armadas são treinadas para aniquilar o inimigo e não para atuar em locais povoados por inocentes. Visacro - A ideia de que as tropas são preparadas apenas para usar tanques de guerra e bombardeio é um conceito da época da Revolução Industrial. Os militares de Operações Especiais são treinados tanto para o chamado tiro seletivo ou tiro de alta precisão quanto para os assuntos civis, que demandam atividades voltadas para a melhoria das condições de vida da população carente, como construir praças e pontes.
ISTOÉ - Quais são os parâmetros para o uso dos militares contra o crime?
Visacro - O conceito básico é que as Forças Armadas devem ser empregadas como instrumento efetivo da política de Estado. Algo claro, exequível, com objetivos bem definidos.
Deve haver amadurecimento da sociedade para que o seu inconformismo não seja efêmero. Qualquer política de Estado eficiente nessa área vai ser impopular, a longo prazo, e onerosa. O Estado só vai se lançar numa empreitada dessas quando souber que o respaldo popular vai resistir a essas condições. Aí sim se pode imaginar uma forma mais clara de colaboração das tropas. Esse amadurecimento da opinião pública demanda tempo e esse tempo tem cobrado caro de nós.
ISTOÉ - Quais as consequências da ação distorcida da polícia? Visacro - Os índices da violência urbana no Brasil são impressionantes. Especialmente os números de homicídios relacionados à repressão policial, os chamados autos de resistência. A polícia de São Paulo tem conseguido reduzir esse índice, mas a do Rio não. Hoje os policiais do Rio matam seis vezes mais que seus colegas paulistas. Estou longe de condenar o policial que está na posição de matar ou morrer. Mas um dos motivos é a corporação tentar cumprir uma função que não é dela. Somente numa incursão na Favela da Coreia, na Vila Cruzeiro, houve 20 mortos e sete feridos. Ação policial com esse número de vítimas é rara no mundo.
ISTOÉ - O sr. acredita que a sociedade se acostumou a isso? Visacro - A repressão que o Estado promove hoje é paradoxalmente mais violenta que a dos governos militares contra os movimentos de esquerda, quando houve abusos condenáveis.
Se formos olhar em termos numéricos, pelos relatórios da Anistia Internacional, os números são mais expressivos. A indignação com a tortura nas décadas de 70 e 80 deveria se repetir hoje. Estou falando da nossa tolerância e do nosso descaso com a vida humana. Se nós repudiamos e condenamos a repressão que aconteceu antes, por que aceitamos tranquilamente formas de repressão que são maiores em pleno Estado democrático?
ISTOÉ - Criminosos, como os traficantes, praticam guerra irregular?Visacro - As facções armadas ligadas ao crime organizado do Rio se inserem perfeitamente no contexto da guerra irregular, mas lhes falta organização. Mais importante que a definição acadêmica é a constatação de que ultrapassamos o limite do tolerável. É preciso entender que temos novas ameaças à sociedade, fragmentadas e não estatais.
ISTOÉ - A situação da criminalidade no Rio é a mais crítica do País?Visacro - Não. Mas tem características específicas que lhe dão maior visibilidade. A situação de São Paulo é tão crítica quanto a do Rio. Os episódios que o PCC protagonizou são emblemáticos. Em 2001, a um só comando 30 mil presos se amotinaram em 29 casas de detenção ao mesmo tempo. Isso demonstra organização e capilaridade. Dados de 2007 apontavam que os filiados ao PCC giravam em torno de 15 mil. Se isso estiver correto, coloca o PCC num patamar similar ao das Farc.
ISTOÉ - Quando esse tipo de combate tornou-se mais comum?
Visacro - A partir da Segunda Guerra Mundial. Hoje, os exércitos regulares estão desenvolvendo capacidades para atuar com forças irregulares. Criou-se o conceito de Forças Especiais, restritas e treinadas para atender às exigências do combate irregular.
ISTOÉ - Como as leis podem controlar esse tipo de combate?Visacro - Existe um problema de legitimidade muito delicado. Quando um exército começa a entrar nesse campo nebuloso, pode acarretar problemas não só de ordem legal, mas também ética e moral. Corre o risco de comprometer a legitimidade do poder central para quem ele realiza essa operação. Existe um limite de atuação que é aceitável e isso vai depender das leis de cada país.
ISTOÉ - É possível criar um conjunto de leis específico para esse tipo de ação? Visacro - Vamos ficar sempre na corda bamba. Até porque, as organizações clandestinas de luta armada vão sempre procurar o campo da indefinição jurídica, fora do espectro legal.
ISTOÉ - Por que a violência transcendeu o âmbito da Segurança Pública? Visacro - Quando reduzimos o problema ao mero escopo da Segurança Pública, estamos postergando sua solução. Esse tema é da esfera estadual. Mas veja: é imprescindível reduzir a oferta de cocaína dos três principais produtores mundiais, Colômbia, Peru e Bolívia. Essa não é tarefa dos Estados, e sim do Ministério das Relações Exteriores. Estabelecer acordos binacionais para combater o tráfico de armas, por exemplo. A questão envolve assuntos acima da competência dos órgãos estaduais, especialmente dos da Segurança Pública. Estamos exigindo demais da nossa polícia, distorcendo suas atribuições constitucionais.
Revista ISTOÉ - 01/06/2009
Leia o texto acima e, se necessário, busque mais informações sobre o tema discutido para escrever um parágrafo argumentativo em que deve expor sua opinião em, no mínimo, 8 linhas. Lembre-se de dissertar sobre o comentário do colega acima.
Em minha opinião, a policia comum não esta capacitada para combater o tráfico e a criminalidade. Por isso esse deveria ser tratado com mais prioridade pois, a policia comum não tem treinamento para combater esse tipo de organização criminal que se desenvolveu mais que o esperado e o Estado retardou. Então as Forças Armadas devem sim combater essas facções por que elas são as que estão mais bem preparadas para atuar contra essas forças.
ResponderExcluirConcordo com João no sentido que a policia esta despreparada para combater os criminosos e os traficantes, mais é preciso, pois cada dia mais vem crescendo o número de mortes em favelas através do trafico de drogas. Em minha opinião o estado não tem o poder para combater esse assunto como deveria, por que esse é um problema nacional, pois os grandes produtores de cocaína são a Colômbia, Peru e Bolívia. Então é preciso que o Brasil se una com esses países para combater o tráfico de drogas e de armas, se não continuara havendo mortes de policiais despreparados e traficantes bem-armados.
ResponderExcluirA função da policia é a preservação da ordem pública e manter a salvo as pessoas e seus patrimônios. Hoje ela exerce sua função, porém a criminalidade tem organização e poder tamanho que não tem ações policiais que controle a violência em certas cidades desse país. Faz-se necessário o uso das forças armadas para o controle da criminalidade, no entanto antes de tudo é necessário educar moralmente as crianças, a sociedade e os policiais para sempre agirem com humanidade. Antes de ser uma questão de segurança publica, é consequência do descaso governamental com parte sociedade durante um longo período, uma atitude social e governamental poderá controlar o problema da criminalidade nesse país. Concordo com Temístocles, se a Colômbia, Peru, Bolívia e o Brasil educarem seu povo e combaterem as atitudes criminosas praticadas hoje, beneficiaram todas as nações.
ResponderExcluirEdilaine da Silva Paixão disse...
ResponderExcluirConcordo com Eideclara, uma atitude social e governamental poderá muito bem controlar o problema de criminalidade nesse país. Em minha opinião as Forças Armadas não estariam preparadas para o combate a criminalidade, e nem poderia deixar de ser, já que não há sentido em preparar as Forças Armadas para uma missão que não existe na Constituição. As Forças Armadas tem e realmente devem ter a cultura da destruição do inimigo no campo de batalha, usando para isto força máxima. Já o trabalho policial é o de remover os elementos criminosos do seio da população sem danos a esta população. Portanto existem argumentos fortes para a não participação das Forças Armadas no combate a criminalidade, embora para muitos estes pareça ser uma solução de fácil aplicação.
Concordo com Edilaine, só que a sociedade não deveria esperar, pois os policiais não são forças armadas, mas estão sendo obrigados a se adaptar pois na maioria das vezes é matar ou morrer, pois os casos de criminalidade estão muito maiores e tendem a crescer pois nossa sociedade é muda ela tem medo de expor sua realidade e não expondo isso tende a aumentar e agente pode ate acabar nos acostumando como citado na reportagem. Os policiais tem seus deveres só que acabam cobrindo outras tarefas arriscando suas vidas para nos salvar, mas viemos a entender que a criminalidade está nos destruindo ou até nos estamos nos destruindo por causa da criminalidade.
ResponderExcluirIonara Araújo Santos
ResponderExcluirconcordo com Lucas os policias tem outros deveres mas acabaam cobrindo tarefas arriscando suas vidas para nos ajudar. Mas acredito que a policia deveria trabalhar de forma mais capacitada ,para que a populaçaão se sinta mais seguro principalmente em seus patrimônio.as forças armadas deveria combater as facções porque ela está capacitada pra atuar contra essas forças e para que esse número de crime seja sempre descrescente,mas tenho noção que para isso acontecer é preciso que a população esteja conciente e unida a uma politica justa até porque esse poblema que enfrentamos sobre a criminalidade e outros, está no mundo inteiro.
Concordo com Ionara,a população deve se unir à polícia para combater esses bandidos e não ficar a favor deles essas pessoas devem ajudar a polícia,acho que a polícia deveria ter um treinamento mais rigoroso e acima de tudo sigiloso para que mesmo que não possa acabar com o tráfico pelo menos diminua os índices.Pois com o brasoil começando isso certamente os outros países começarão a se concientizar e irão fazer o mesmo.
ResponderExcluirConcordo com Jakueline, acho que todas as unidades militares, tinham que ter um treinamento unificado, para estar preparado a todas as situações em qualquer lugar, isso diminuiria o crime organizado .
ResponderExcluirDiscordo com o que Pedro Henhique Sá disse. Por que se formos analizar, os crimes contra policiais são em cobate contra traficantes bem armados, dessa forma o governo federal deve se consientizar que não é só as forças armadas que irão combater o crimes organizados e sim o Brasil se unir com outros países como Colômbia, Peru e Bolívia que passam pelo mesmo processo. E que as futuras criaças consientizem-se e não sigão os mesmos caminhos que outros seguiram, porque educando as criaças de forma correta diminuirão bastante os crimes, tráficos, e entre outros processos que envolvem as crises entre esses países, e dessa forma melhorando a nação. Isso sim é papel do governo.
ResponderExcluirConcordo com Willian quando ele diz que educando crianças diminuirão os crimes,porque na minha opinião as forças armadas são treinadas para o combate no campo de batalha não para acabar com crimes em meio a sociedade,temos o exemplo da Colômbia pois a mesma era classificada como um dos países mais violentos hoje por meio de investirem mais na educação da sociedade tudo isso teve um fim. A responsabilidade de ”proteger” a sociedade de crimes bárbaros é da policia pois é para isso que os mesmos são preparados,pois quando a policia não consegue controlar os crimes usa-se como “ferramenta” as Forças Armadas.
ResponderExcluirNa minha opinião as Forças Armadas não esta preparada para lutar contra a criminalidade. Por que a sua função e destruir o seu inimigo em campo. Acho que quem poderia lutar contra a criminalidade e a policia da região, as Forças Armadas só lutaria pela criminalidade se fosse preparada para esse tipo de combate. Concordo com Rebeca guando ela diz: ”as forças armadas são treinadas para o combate no campo de batalha não para acabar com crimes em meio a sociedade... ’’.
ResponderExcluirConcordo com Ana Paula e Rebeca quando diz: "As Forças são treinadas para o combate no campo de batalha não para acabar com os crimes em meio a sociedade...".Na minha opinião, a função da polícia é a preservação da ordem pública e manter salvos as pessoas e os seus patrimônios.Hoje, Infelizmente o nosso estado não tem o poder para combater, adminitrar a criminalidade no nosso meio, tem que existir mais policiamento, pois não estão sendo feitas do jeito que deveria. com diz nosso amigo Temistocles: a Colômbia,o Peru,a Bolívia, e o Brasil são os mais portadores de cocaína, temos que correr atras dos nossos povos para evitar essas mortes contra os policias, e se juntar para educar e combater as atitudes criminosas hoje,e com isso beneficiaram a todas as nações.
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ResponderExcluirÉ inconcebível um país que não tenha forças armadas. Bem preparada e bem equipada. Cuja finalidade é, já mais que sabida, a defesa, a integridade nacional, a soberania, o território, a pátria, e o patrimônio . Estes objetivos nunca poderiam ser deixados de lado ou desvirtuados. No entanto o que vemos não é isso, pois a corrupção esta em todo lugar, isso acontece devido a má formação de caráter do indivíduo começando pelo seu crescimento até seu amadurecimento como pessoa. Concordo com Camila Lisboa, quando tal se refere ao estado por não esta sendo apto de “administrar a criminalidade no nosso meio”. O que acontece a esse respeito é realmente a falta do educar com cidadania e preparar essas pessoas, para que no futuro cresçam cidadãos de bem e capazes de defender o seu país com dignidade e competência.
ResponderExcluirConcordo com Poliana,o que estar acontecendo no Brasil e´ que realmente esta faltando educaçao dos nossos pequenos cidadões,para no futuro se tornarem capazes de defender sua nação,a funçãõ da policia e acabar com a criminalidade, e nao sair por ai matando qual quer pessoa que ver pela frente, seja cidadãõ de bem, ou bandido,mas infelzmente e´ isso o que vem ocorrendo devido a falta de treinamento da maioria dos policiais.
ResponderExcluirComo é possivel em penitenciarias haverem organisações de criminosos trabanhando ativamente como o PCC, CV e TCC que utilizão de meios tecnologicos para se comunicar com outros bandidos, libertos, que financiam ações ilegais em todo o país? Concordo com o que Eideclara relatou ao dizer que a função da policia é a preservação da ordem pública e manter a salvo as pessoas e seus patrimonios, mas não é bem isso que eles e exercem guando viciados se drogarem numa via publica no Centro da cidade de São Paulo sem que nenhua altoridade tome uma atitude lovaveu e definiteva, levando assim moradores e comerciantes a se defenderem com água e pedras? A milicia brasileira esta bem avansada em relação a milicias de muitos outros países, mas não é um modelo a ser seguido. Como posso me orgulhar de policiais que não consequêm pôr fim a entrada de aparenhos celulares e armas nas penitenciarias a que eles são responsaveis? E é por isso que estou em concordancia com toda a opnião de Lidiane, sitando o que deve ser feito para a criminalidade ,não só do Brasil mas de todo o mundo, acabar.
ResponderExcluirA luta contra as drogas e a violência tem que partir de todos, tanto a policia quanto as forças armadas um exemplo claro desse combate aos narcotraficantes aqui no Brasil é o Batalhão de Operação Policiais Especiais (Bope) que é a maior arma direta contra traficantes. Um exemplo desses nos Estados Unidos é a Swat a qual e especialista em resgatar reféns e negociar sequestros. Os três paises que deveriam investir mais neste tipo de combate contra o trafico são a Bolívia, a Colômbia e o Peru, pois terem a maior oferta de cocaína produzida no mundo. Claro que o trafico não ocorre apenas nos grandes centros urbanos, mas também em localidades como a Amazônia ou qualquer fronteira com outro país.Concordo com Raquel, pois quando ela fala que a tecnologia dos criminosos esta mais avançada do que a da policia nos presídios está totalmente correta.
ResponderExcluirEU ACHO QUE AS FORCAS ARMADAS E A POLICIA NÃO ESTÃO TÃO PREPARADAS PARA COMBATER A CRIMINALIDADE POIS A TECNOLOGIA DOS CRIMINOSOS ESTA MUITO AVANÇADA. A POLICIA DEVERIA SER PREPARADA MELHOR IR ATRÁS DE AJUDA EM OUTROS PAISES POIS PARA ENFRENTAR ESSES TIPOS DE CRIMINOSOS,QUE VEM CRESCENDO BASTANTE, É PRECISO MUITA CAPACITACÃO.CONCORDO COM A OPNIÃO DE POLIANA DIZENDO QUE O BRASIL ESTA PRECISANDO EDUCAR MAIS OS NOSSOS PEQUENOS CIDADÃOS PARA NO FUTURO PODEREM SE DEFENDER. CONCORDO TAMBÉM COM LUCIO QUE DIZ QUE A UNIÃO DA POLICIA E DAS FORCAS ARMADAS CONSEGUIREMOS COMBATER ESSE S CRIMINOSOS.
ResponderExcluirDiscordo de Neila quando ela cita “EU ACHO QUE AS FORCAS ARMADAS E A POLICIA NÃO ESTÃO TÃO PREPARADAS PARA COMBATER A CRIMINALIDADE”,realmente a criminalidade tem tomado proporções descontroladas.Mais na minha opinião a policia está bem preparada o Batalhão de Operação Policiais Especiais (Bope),por exemplo, tem incursão e técnicas de uma tropa de infantaria voltada para o combate urbano,ainda não precisamos do uso das FORÇAS ARMADAS.Podendo sim assumir de forma direta e eficiente a luta contra a criminalidade.Em minha opinião o que a de errado é que hoje 40% da policia está envolvida com as drogas e violência,assim o trabalho de quem honra sua farda ,muitas vezes não obtém sucesso,porque o grupo ligado a criminalidade,já o retardou.É preciso investir na policia,na questão de formação,deveria haver um grupo que investigasse,o que acontece além do batalhão.
ResponderExcluirSe países com Colômbia, Peru, Bolívia e o Brasil, que são taxados como maiores pro dores mundiais de droga, se preocupar com a educação, formação social do indivíduo, as atitudes criminosas diminuíram.
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ResponderExcluirDiscordo totalmente com Carolina, se ela diz que a policia esta em volvida com o trafico de drogas em tão como a policia esta bem preparada para combater a criminalidade. Em minha opinião as Forças Armadas deveria esta junto com os policiais para combater a criminalidade. Na maioria das vezes sem sucesso nenhum eu vejo a policia falhar por ações que não foram bem analisados, tudo bem que eles fazem o possível e o impossível pra combater a criminalidade sem que haja nenhum ferido. Mas isso não livra de que eles deveriam receber um treinamento adequado para poder proteger a população e livrá-las de qualquer situação de risco.
ResponderExcluirTAMIRES CRISTINA
ResponderExcluirNA MINHA OPINIÃO AS FORÇAS ARMADAS DEVERIAM SE UNIR AOS POLICIAIS PARA COMBATER PELO MENOS 50% DA CRIMINALIDADE CONTIDA NO MUNDO TODO.POR ISSO QUE O BRASIL NÃO VAI Á FRENTE,POR FALTA DE CAPACITAÇÃO E EDUCAÇÃO VINDA PRINCIPALMENTE DOS CIDADOES...CONCORDO COM POLIANA QUANDO ELA DIZ QUE A CORRUPÇÃO ESTÁ EM TODO LUGAR POR MÁ FORMAÇÃO DO CARÁTER DO INDIVÍDUO
Eu concordo com jamilli porque a policia, as forças armadas e o estado devem agir em conjunto para melhor resultado das operações. E devem receber melhores cursos de treinamento e melhores salarios, para não por a população em risco e obter melhores resultados das operações e o melhor combate a criminalidade
ResponderExcluirAs forças armadas não trm nenhuma obrigação de combater a criminalidade urbana isso é papel da policia, o trabalho das forças armadas é enfrentar guerras.Mas como na sociedade de hoje vivemos em uma guerra constante a policia não tem condições de combater a criminalidade urbana ela precisa de ajuda.Discordo com Tamires a culpa dessa violência não é só dos brasileiros, mas também das pessoas que vem de fora do Brasil com drogas, armas e outras coisas. E concordo também que isso só acontece pos falta de competência da policia e também pela falta de caratér do intividuo, as pessoas deveriam se mais honestas com a sociedade e consigo mesmo.
ResponderExcluirConcordo com Nadja, não é obrigação das forças armadas combater crime urbano,mas é bom lembrar que as forças armadas também são treinadas para agir em situações “urbanas”.E descordo com a “falta de competência da policia”,não acho que seja falta de competência da policia e sim de uma certa parte do governo que prepara a policia para agir nas ruas.O governo deve investir mais na segurança da cidade em toda parte,não só na segurança urbana,mas como também onde começa a criminalização,não existe mordomo sem SENHOR,se acontece criminalização ,digamos assim de pequeno porte ,é porque tem alguém maior por trás disso,então o governo deve armar e treinar mas a nossa policia para que ela possa agir nessas duas partes ,quem são igualmente perigosas(devemos lembrar),para que não venhamos a precisar das forças armadas,que tem outra função,e talvez só solicitar a ajuda de tal em situações relamente extremas.E torcer pra que o governo desses países que ajudam na criminalização daqui (principais:Colômbia,Peru,Bolívia) tomem medidas para diminuir esse bicho que tanto tememos.
ResponderExcluirCaroline Pereira Teixeira
Concordo com Caroline Pereira Teixeira quando diz que o governo deve treinar mais a nossa policia. A todo tempo vemos nos noticiarios relatos de pessoas inoscentes sendo mortas por balas perdidas, alto consumo de drogas entre outros fatos que não deveria existir no nosso cotidiano e as pessoas paresem não mais se importar tanto, é como se ja tivessem se acostumado com essa rotina de decadência, como se a morte não fosse uma ruína tão grande guanto no tempo dos nossos avós. As pessoas estão perdendo aos poucos a compaixão, a piedade, a humanidade, e na hora de assinar a carteira de trabalho de um policial não constara no seu currículo esses sentimento que são indispensável para alguém que terá licença para carregar uma arma. Deve-se haver uma reforma no treinamento dos atuais e futuros policiais porque essa situação é intolerável, policiais que atiram sem alhar se o alvo é um inocente ou um culpado.
ResponderExcluirCarolina Ferreira o que deu na sua cabeça? Como você pode colocar um e-mail e a senha do mesmo em um blog que pessoas do mundo todo tem acesso. Nunca se pode publicar a senha "minha querida". SE TOCA!!!
ResponderExcluirVOCÊ PODE TER COLOCADO O TRABALHO DE TODOS A PERDER.
Obrigada.