Uso de gírias do “baianês” pode atrapalhar na entrevista de emprego
Hábito faz com que muitos utilizem expressões que não se aplicam à situação formal de uma entrevista
Ayeska Azevedo | Redação CORREIO
ayeska.azevedo@redebahia.com.br
23/10/2011
Fonte: Jornal Correio da Bahia
Ayeska Azevedo | Redação CORREIO
ayeska.azevedo@redebahia.com.br
23/10/2011
Se você, assim como eu, é baiano, não fique ‘retado’ com o que eu vou contar aqui, pois não fui eu que inventei essa ‘bestagem’. É que eu acabei de descobrir que aquele ‘cara’ que vai entrevistar você pro seu trabalho novo vai ficar de ‘butuca’ no seu baianês, assim como tem gente de pescoço ‘espichado’ pro meu lado, querendo saber que ‘miséra’ eu tanto escrevo. ‘Oxente’, não tá acreditando, não? Pois ‘se ligue’, que agora eu vou lhe contar tudo, pra você não ‘receber a galinha pulando’ depois!
Se você está estranhando a linguagem tão despojada do começo deste texto, imagine o que pensa um recrutador quando escuta o bom baianês do candidato a uma vaga de emprego. Não que seja feio nem errado falar a nossa língua do jeito arrastado e gostoso que só o baiano sabe. O problema é que o hábito faz com que muitos baianos utilizem expressões que não se aplicam à situação formal de uma entrevista de emprego.
Junto com os erros gramaticais, de concordância e até de ortografia, as expressões regionais utilizadas em excesso ou de maneira imprópria são apontadas por especialistas até como fatores de exclusão do candidato durante um processo seletivo, a depender do cargo em questão.
“Já ouvi de uma candidata que ela estava ‘plantando um pezinho de cá-te-espero’, e outra falou que estava ‘virada no istopô’ com a antiga chefe. Isso é capaz de fazer o entrevistador levantar a sobrancelha diante de linguagem tão peculiar”, exemplifica Moisés Frutuoso, gerente da unidade central do Sinebahia.
Na opinião de Frutuoso, o problema maior nas entrevistas é o pleonasmo, vício de linguagem onde ocorre redundância na expressão. “O baiano fala muito ‘repetir de novo’, ‘grande maioria’, ‘manter o mesmo’, ‘saí fora’, sem falar nas muletas: ‘e aí’, ‘tipo assim’, ‘a nível de’, indicando que o candidato tem um vocabulário restrito”. Ele aponta que o regionalismo influencia nos erros de português, pois muitas vezes não se utiliza plural ou concordância de forma adequada.
“Não há dúvida de que em uma situação formal deve prevalecer a linguagem culta, mas o entrevistador deve ficar sensível à forte questão cultural baiana. Desde que as palavras não sejam de baixo calão, não vejo problema”, enfatiza o escritor Nivaldo Lariú, autor do famoso Dicionário de Baianês, que já está em sua quarta edição e alcançou as 200 mil cópias. “O baianês é uma tradição popular, e não há como se divorciar do baianês estando na Bahia”, arremata Lariú, que é de Itaperuna (RJ), mas fala como todo bom baiano.
Na dúvida, melhor evitar
Na opinião de Hildenízia Chagas, gerente do Serviço Municipal de Intermediação de Mão de Obra (Simm), o regionalismo existe em qualquer lugar, não é uma questão só da Bahia. “O que precisamos é chamar a atenção das pessoas para o fato de que uma entrevista de emprego não combina com informalidade nem intimidade”, pontua Hildenízia.
De acordo com ela, todo mundo tem uma maneira de falar, vestir e se comportar no ambiente profissional, e este comportamento formal deve ser levado para a entrevista de emprego. “Mas, nos finais de semana e momentos de lazer, quem quiser pode usar seu vestido curto e falar suas gírias com os amigos”, acrescenta.
E em tempos de globalização econômica, Hildenízia destaca um fator ainda mais importante para o candidato pensar duas vezes antes de soltar o baianês. “Atualmente, muitas empresas selecionam candidatos em diversos estados. Se a seleção for feita na Bahia para uma empresa de fora, o selecionador pode não entender algum termo do baianês. Numa entrevista de emprego só se deve utilizar os termos que o outro conhece”, orienta.
Concordância, gerúndio, ortografia e pontuação
Não é só o excesso de baianês que pode tirar você do processo seletivo. Os especialistas ouvidos pelo CORREIO afirmaram que os erros de português continuam assombrando os candidatos a uma vaga de emprego.
“O erro de português não passa despercebido nem nos profissionais que têm experiência. A depender da vaga em questão, se o candidato falar errado, não dá para deixar passar. Mas o peso maior para os erros de português é no caso de empregos que têm contato direto com o cliente, como telemarketing e vendas”, aponta Rafaela Matias, assistente de Recursos Humanos da First RH, empresa de recrutamento e seleção.
A consultora em RH Jozete Bezerra comenta que, como trabalha com pessoas com alto nível de escolaridade, não percebe muitos erros durante a entrevista. “Em compensação, surgem muitos erros na escrita. Misturam os tempos verbais e desrespeitam as regras de concordância e pontuação”, enumera Jozete. “Muitos confundem ao grafar palavras com s, z e ç. Já recebi um currículo no qual o dono escreveu várias vezes“você” com ç. Como ele concorria a uma vaga na área financeira, não deu para relevar”.
Se você está estranhando a linguagem tão despojada do começo deste texto, imagine o que pensa um recrutador quando escuta o bom baianês do candidato a uma vaga de emprego. Não que seja feio nem errado falar a nossa língua do jeito arrastado e gostoso que só o baiano sabe. O problema é que o hábito faz com que muitos baianos utilizem expressões que não se aplicam à situação formal de uma entrevista de emprego.
Junto com os erros gramaticais, de concordância e até de ortografia, as expressões regionais utilizadas em excesso ou de maneira imprópria são apontadas por especialistas até como fatores de exclusão do candidato durante um processo seletivo, a depender do cargo em questão.
“Já ouvi de uma candidata que ela estava ‘plantando um pezinho de cá-te-espero’, e outra falou que estava ‘virada no istopô’ com a antiga chefe. Isso é capaz de fazer o entrevistador levantar a sobrancelha diante de linguagem tão peculiar”, exemplifica Moisés Frutuoso, gerente da unidade central do Sinebahia.
Na opinião de Frutuoso, o problema maior nas entrevistas é o pleonasmo, vício de linguagem onde ocorre redundância na expressão. “O baiano fala muito ‘repetir de novo’, ‘grande maioria’, ‘manter o mesmo’, ‘saí fora’, sem falar nas muletas: ‘e aí’, ‘tipo assim’, ‘a nível de’, indicando que o candidato tem um vocabulário restrito”. Ele aponta que o regionalismo influencia nos erros de português, pois muitas vezes não se utiliza plural ou concordância de forma adequada.
“Não há dúvida de que em uma situação formal deve prevalecer a linguagem culta, mas o entrevistador deve ficar sensível à forte questão cultural baiana. Desde que as palavras não sejam de baixo calão, não vejo problema”, enfatiza o escritor Nivaldo Lariú, autor do famoso Dicionário de Baianês, que já está em sua quarta edição e alcançou as 200 mil cópias. “O baianês é uma tradição popular, e não há como se divorciar do baianês estando na Bahia”, arremata Lariú, que é de Itaperuna (RJ), mas fala como todo bom baiano.
Na dúvida, melhor evitar
Na opinião de Hildenízia Chagas, gerente do Serviço Municipal de Intermediação de Mão de Obra (Simm), o regionalismo existe em qualquer lugar, não é uma questão só da Bahia. “O que precisamos é chamar a atenção das pessoas para o fato de que uma entrevista de emprego não combina com informalidade nem intimidade”, pontua Hildenízia.
De acordo com ela, todo mundo tem uma maneira de falar, vestir e se comportar no ambiente profissional, e este comportamento formal deve ser levado para a entrevista de emprego. “Mas, nos finais de semana e momentos de lazer, quem quiser pode usar seu vestido curto e falar suas gírias com os amigos”, acrescenta.
E em tempos de globalização econômica, Hildenízia destaca um fator ainda mais importante para o candidato pensar duas vezes antes de soltar o baianês. “Atualmente, muitas empresas selecionam candidatos em diversos estados. Se a seleção for feita na Bahia para uma empresa de fora, o selecionador pode não entender algum termo do baianês. Numa entrevista de emprego só se deve utilizar os termos que o outro conhece”, orienta.
Concordância, gerúndio, ortografia e pontuação
Não é só o excesso de baianês que pode tirar você do processo seletivo. Os especialistas ouvidos pelo CORREIO afirmaram que os erros de português continuam assombrando os candidatos a uma vaga de emprego.
“O erro de português não passa despercebido nem nos profissionais que têm experiência. A depender da vaga em questão, se o candidato falar errado, não dá para deixar passar. Mas o peso maior para os erros de português é no caso de empregos que têm contato direto com o cliente, como telemarketing e vendas”, aponta Rafaela Matias, assistente de Recursos Humanos da First RH, empresa de recrutamento e seleção.
A consultora em RH Jozete Bezerra comenta que, como trabalha com pessoas com alto nível de escolaridade, não percebe muitos erros durante a entrevista. “Em compensação, surgem muitos erros na escrita. Misturam os tempos verbais e desrespeitam as regras de concordância e pontuação”, enumera Jozete. “Muitos confundem ao grafar palavras com s, z e ç. Já recebi um currículo no qual o dono escreveu várias vezes“você” com ç. Como ele concorria a uma vaga na área financeira, não deu para relevar”.
Fonte: Jornal Correio da Bahia
Este comentário foi removido pelo autor.
ResponderExcluirParticularmente, eu concordo plenamente com o texto. Não é um regra utilizar as gírias baianas, ou seja, não é porque eu sou baiano que devo me submeter a este estilo de linguagem. Sei que o sotaque e o modo de falar são como cultura, cada local tem o seu. Mas, utilizar isto em uma situação formal? Não faz sentido! Primeiramente, porque não temos intimidade com a pessoa - no caso, o entrevistador. Segundo, porque todos sabemos que a linguagem varia de acordo com o ambiente. Ninguém é tão "tolo" de não saber isso! Eu sou baiano mais não uso gírias, nem em ambientes que estou familiarizado. Como disse Hildenízia Chagas, "...uma entrevista de emprego não combina com informalidade nem intimidade."
ResponderExcluirExatamente. Eu acho que, de acordo com o meu pensar, as gírias não são algo que deva ser utilizado nem normalmente. Para quê? Gíria é linguagem de preguiçoso, de pessoas que, para diminuírem as palavras, abreviam ou até mesmo criam palavras que nem sequer existem!
Quanto aos erros de ortografia, pontuação, concordância e gerúndio, eu não acho que deva ser tão cobrado das pessoas, porque nem todos tem escolaridade necessária para distinguir o português certo do errado.
Carlos Henrique Dantas Morais - 1ºB
Concordo com o texto e acho que ele explica bem por quais motivos devemos controlar a nossa fala. Não só o baianês mais todo tipo de regionalismo, traz algumas gírias e palavras que por outros ‘povos’ não são reconhecidos, sem contar que temos sempre que policiar a nossa fala em situações como essa – situações formais, seja uma entrevista de emprego ou um discurso. E como estamos ali para sermos avaliados, qualquer erro cometido ou exageros serão percebidos e avaliados e até o modo de se vestir pode ser mal visto. Mas concordo com a Hildenízia quando diz: (...)”nos finais de semana e momentos de lazer, quem quiser pode usar seu vestido curto e falar suas gírias com os amigos”. Mas lembrando que isso é inadmissível dentro do ambiente de trabalho ou numa seleção.
ResponderExcluirEm relação a concordância, gerúndio, ortografia e pontuação concordo que temos que nos policiar também até porque são cometidos erros grotescos com eles, é algo que “dói os ouvidos” como “ nós vai” ou “elas é”. Não é admissível que um candidato a uma vaga de emprego ainda mais se for algo em que exija dialogo com o consumidor cometa erros como esse.
Enfim defendo a idéia de que devemos adequar a nossa fala ao local onde estamos e com quem falamos.
Midiã Souza. 1º B
Todo bom baiano que se preze já falou uma ‘‘Ave Maria’’, um ‘’Deus é mais’’ ou o nosso tão querido ‘’oxi’’. Mas é necessário saber usar adequadamente as gírias.
ResponderExcluirEm um ambiente formal, como uma entrevista de emprego, devemos evitar o uso de gírias e vícios de linguagem, pois nosso modo de falar diz muito sobre o que somos. Uma pessoa que emprega gírias a cada frase passa a imagem de uma pessoa com conhecimento restrito e/ou preguiçosa.
É importante termos equilíbrio no uso da gíria. Em uma situação formal, evitá-las e em uma informal, ter certa liberdade em usá-las. Mas não é só na fala que o ‘’baianês’’ é nosso inimigo. Na escrita, o uso do ‘’baianês’’, das gírias diversas e dos vícios de linguagem torna-se piores quando vêm acompanhados de erros de concordância, gerúndio, ortografia e pontuação. Erros comuns, que podem acontecer também com pessoas de alta escolaridade, como ao grafar palavras com s, z e ç são grandes vilões ao fazer um currículo. Por isso, é sempre bom verificarmos o que escrevemos, pois isso pode garantir o nosso emprego.
Gabriele Oliveira Alves - 1º ano B
Concordo plenamente com o texto, apesar de acharmos absurda a idéia de um indivíduo usar o vocabulário regional da Bahia “baianês” em uma entrevista de trabalho, isso vem acontecendo muito, como pudemos constatar. O texto mostra uma atitude muito interessante, contra o preconceito, citando que nós não devemos nos privar do uso de nossa linguagem regional, mas sim saber usa-lá em situações adequadas. Mas deixando claro que não é por falta de conhecimento que às vezes as pessoas usam esse vocabulário, muitas vezes é por conta do hábito e pela falta de controle de quando usar ou não, determinadas gírias. Identifiquei-me com o seguinte trecho: “O baiano fala muito ‘repetir de novo’, ‘grande maioria’, (...)” Eu mesma uso essas expressões e fica difícil de formalizar-se em meio a uma linguagem que nos rodeia, mais o grande segredo é usar o “baianês” em situações de total informalidade. Colocando em conta que uma entrevista de emprego é uma situação de total controle e cuidado, com o vocabulário com diz o texto: “Não há dúvida de que em uma situação formal deve prevalecer a linguagem culta (...)”. Em relação ao uso de concordância, gerúndio, ortografia e pontuação eu acho que faltou um ponto a ser discutido no texto, muitas vezes se cobra muito conhecimento e perfeição no vocabulário que é desnecessário devido à profissão que o indivíduo vem a desenvolver, por exemplo, a exigência para a vaga do emprego abre uma exceção a pessoas que tem ensino fundamental incompleto, não se deve exigir perfeição no vocabulário afinal não é possível muitas vezes, pessoas com ensino fundamental incompleto ter um vasto conhecimento e abrangência na linguagem, e isso atualmente acontece muito. Gostei muito do conteúdo do texto, e é uma alerta para nós que breve estaremos competindo a uma vaga de emprego, o conteúdo foi totalmente descontraído e rico em detalhes.
ResponderExcluirLorena da Silva Cerqueira - 1° ano B
Análise critica.
ResponderExcluirBaianês na medida certa
Uso do "baianês" pode atrapalhar na entrevista de emprego.
Na minha opinião, o baianês tem que ser na medida certa. o uso de expressões não coerentes com a situação inclusive em uma entrevista de emprego pode não ficar bem e até prejudicar o candidato.
O uso do baianês é muito bom, mas tem que ser usado na hora certa, lembrando que o regionalismo é comum em qualquer lugar e o uso de uma linguagem correta quando for necessária não vai nos fazer perder o jeito baiano de falar e de ser.
Tanto na escrita, quanto na linguagem o uso de pontuação e palavras erradas podem ser prejudiciais ao candidato. E não é só em entrevistas de trabalho, que devemos usar uma linguagem correta, mas em festas e ocasiões em que as outras pessoas usam uma linguagem culta e correta.
Lorena Oliveira Tito 1º B Vespertino
O texto informa de maneira clara, como algumas pessoas se comportam usando o "baianês" em entrevistas de emprego. Em um trecho da noticia, o autor faz uso de uma série de palavras que usamos diariamente, isso facilita muito o entendemento do leitor mais desenformado. Na minha opinião, essa noticia foi bem escrita, e serve para abrir os olhos das pessoas que ensistem em usar esse tipo de linguagem em momentos formais.
ResponderExcluirJUCIELE DA SILVA LÕBO DAMACESNO ,1 ano B
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ResponderExcluirNão considero o baianês, uma forma de linguagem incorreta. Principalmente pelo fato dele exercer forte influência na vida dos baianos, desde o dia de seu nascimento. Eu sou uma prova viva disso.
ResponderExcluirEm vista disso seria em certo sentido, inevitável não utilizar de algumas expressões do gênero, independente do circulo social em que estejamos.
Ressalto que é também indispensável ter meticuloso cuidado com palavras inadequadas de acordo com o ambiente, ou até de baixo calão.
Em relação ao pleonasmo tenho sempre em mente a importância de ser seriamente evitado. Pois seu uso demonstra um vocabulário restrito.
Gabriel Santos Mocitaiba. 1°B.
Concordo com o texto, pois ele exprime muito bem como nos comportamos e mostra como devemos controlar nossa fala, por que geralmente nos baianos não percebemos, mas usamos nossas gírias em qualquer lugar que estamos sem perceber que isso esta errado, pois queremos mostrar nosso regionalismo e o nosso tem um estilo bem particular e que contagia. Sempre quando vemos nas novelas algum baiano ele se destaca pelo modo de falar que mais parecem códigos, mas as pessoas de fora acham que o baiano é mal educado por que não sabe usar a linguagem adequada em lugares como: entrevistas de emprego, conversas com o chefe ou superior , eventos, etc.
ResponderExcluirEntretanto concordo com a idéia deque devemos adequar nossa fala ao local e a pessoa que falamos.
PAULA EMELLY LEAL SANTOS 1°B
O Baianês não pode ser considerado uma forma de linguagem apropriada para se conseguir uma vaga no mercado de trabalho . Mas, cada pessoa tem o seu jeito de se vestir, de falar e de se comunicar com outras pessoas ,porém devemos nos adequar ao ambiente em que estamos , como numa entrevista de emprego na qual, devemos mudarmos a nossa fala coloquial para uma linguagem mais rebuscada e formal.
ResponderExcluirContudo, o grande problema é a linguagem utilizada na entrevista, como as gírias do baianês e redundâncias . Como disse Manoel Frutoso o baiano fala muito ....”repetir de novo, grande maioria”, indicando que o candidato tem um vocabulário restrito . Mas, isso se deve ao hábito de nos falarmos muito muitas expressões inadequadas no dia a dia e coloca - lá numa situação formal .
Finalizando, esse texto mostra que, a linguagem formal tem que prevalecer sobre a gíria do baianês na entrevista de trabalho .
Joice Cordeiro 1b vespertino
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ResponderExcluirO texto extraido do jornal correio da Bahia, mostra como ocorrem o vicio de linguagem na bahia e como isso pode prejudicar em uma entrevista para emprego.
ResponderExcluirSegundo o autor não mencionado,não que seja feio ou errado falar a nossa lingua arrastado e cheio de girias,o problema é que o habito faz com que muitos baianos utilizem de muitas expressões que não se aplicam a situação formal de uma entrevista.
Sabe-se que inevitavelmente a forma como se conversa,a maneira de agir refletem em uma entrevista por mais que o entrevistado tente se policiar sempre deixar algum vestigio do seu cotidiano.
Outro assunto envolvido neste mesmo tema pelo autor, são os erros gramaticais,de concordancia e até de ortografia.Para ele as expressões regionais utilizadas em excesso ou de maneira imprópria são apostadas por especialistas até como fatores de exclusão do candidato durante um processo seletivo, a depender do cargo em questão.
Tudo bem que essa afirmativa utilizada por ele seja verdadeira,porem esse assunto é mais complexo do parece,pois as pessoas escrevem aquilo que leêm,e neste quesito não só o baiano mais sim a maior parte da população brasileira é carente de leitura ocasionado em uma escrita irregular.
paloma alves 1°b
O texto revela que devemos ter muito, cuidado ao falar diante de uma entrevista.Pois erros de pronúncias: tanto na concordância, quanto em palavras inadequadas, devem prejudicar bastante, em uma seleção de emprego.
ResponderExcluirA linguagem vária como todos sabem: “de região para região”.Todavia, respectivos habitantes tem a finalidade de se adequarem a linguagem de uma devido local.Como os baianos tem a sua forma ritmada e arrastada de se pronunciar.Vários locas da região tem forma diferente de pronúncias bem,gostosas e interessantes de ouvi-las e de aprende-las.
Contudo em uma entrevista o candidato não deve se intimidar e nem esconder sua identidade.Porém , não interagir palavras” vulgares”,pois elas não são consideradas.O respectivo entrevistado deve então ter muita atenção com o modo de se vestir e com as perguntas e respostas. Pois de um jeito ou de outros elas também falaram um pouco, de sua personalidade.MILENA AVELINO ALMEIDA 1° B
Nós utilizamos bastante o baianês em nosso dia-a-dia. Mas devemos saber, quando e onde usá-lo.
ResponderExcluirEm uma entrevista de emprego, por exemplo,
devemos descartar o regionalismo, e utilizar uma linguagem culta. Muitas pessoas perdem uma grande oportunidade de emprego. Por causa da linguagem inadequada que foi utilizada na entrevista, ou o erro transcrito no currículo.
A utilização frequente, dos erros gramaticais; de concordância, gerúndio, pontuação e ortografia. Não há como passar por despercebido, e o candidato é desclassificado, sem levar em consideração o seu grau de escolaridade.
Devemos utilizar o baianês, em conversas com os nossos familiares e/ou amigos.
O texto, apresentado pelo jornal “Correio da Bahia”, mostra tudo que uma pessoa precisa, para garantir uma boa entrevista e conseguir um emprego, utilizando a linguagem adequada.
Lorenna Silva Bastos - 1 ano B, Vespertino
A analise critica que se tem desse texto é que cada pessoa tem o seu modo diferente de se expressar. Usando giras ou não.
ResponderExcluirMas o que nos importa é saber usar nossas gírias, como em uma entrevista de emprego tem que ter uma fala formal adequada ao ambiente em que se está.
Por isso, temos que aprender a separar, os nossos falares. Como no texto relata, em uma situação formal tem que saber se expressar. Não é igual a está em uma balada ou conversando com amigos. É totalmente diferente de estar em um ambiente tranquilo de trabalho.
E esse tipo de erro impede muitos candidatos de conseguir trabalho. Como é retratado no texto, nós baianos falamos muito ‘oxente’, ‘retado’, em que se deve ser excluído de um ambiente profissional.
No texto retrata que não é só na fala, mas também na escrita que ocorre esses tipos de erros.
Enfim, o texto nos alerta para saber usarmos as nossas gírias baianas na medida certa, ou seja, usar nossas gírias em lugares apropriados a ela. E no texto possui pessoas experientes para nos alertar um pouco mais sobre este assunto de muita importância.
A analise critica que se tem desse texto é que cada pessoa tem o seu modo diferente de se expressar. Usando giras ou não.
ResponderExcluirMas o que nos importa é saber usar nossas gírias, como em uma entrevista de emprego tem que ter uma fala formal adequada ao ambiente em que se está.
Por isso, temos que aprender a separar, os nossos falares. Como no texto relata, em uma situação formal tem que saber se expressar. Não é igual a está em uma balada ou conversando com amigos. É totalmente diferente de estar em um ambiente tranquilo de trabalho.
E esse tipo de erro impede muitos candidatos de conseguir trabalho. Como é retratado no texto, nós baianos falamos muito ‘oxente’, ‘retado’, em que se deve ser excluído de um ambiente profissional.
No texto retrata que não é só na fala, mas também na escrita que ocorre esses tipos de erros.
Enfim, o texto nos alerta para saber usarmos as nossas gírias baianas na medida certa, ou seja, usar nossas gírias em lugares apropriados a ela. E no texto possui pessoas experientes para nos alertar um pouco mais sobre este assunto de muita importância.
Manuela da Conceição Virgens - 1º B
O Texto em Minha Opinião foi bem elaborado. E trata o assunto com humor e seriedade ao mesmo tempo. No cotidiano das pessoas que usam o famoso “Baianês” pode este sujeito a graves erros de linguagem com o costume de usar as gírias numa entrevista de emprego fica muito mal usá-las. O recrutador presta bastante atenção com a linguagem que a pessoa usar. Também são avaliados os erros gramáticos, concordância e ortografia. Os erros de pontuação são graves uma vírgula um ponto pode mudar um o sentido de uma frase. O texto em momento algum foi confuso, Com Vocabulário simples e direto, fácil entendimento um bom enredo. No primeiro parágrafo da reportagem me chamou atenção a forma em que o escritor trata o assunto. Mistura o humor usando as gírias fazendo com que os leitores se interessem ao ler a reportagem. Acho que deveria abordar, mas assuntos.
ResponderExcluirMattheus Souza Santos 1ªA
O texto nos informa que, não é totalmente errado usar o baianês, mas temos que saber que não é sempre que podemos usar certas palavras. No caso do texto o homem usou o baianês em uma entrevista de emprego, isso concerteza o prejudicou na hora de ser selecionado. O autor não quer dizer que é errado falarmos o baianês, com o nosso jeitinho arrastado cheio de gírias, e sim, nos passar que, tem hora e lugar para usarmos certas palavras. Ou seja usar gírias em entrevistas de empregos não é correto. Kézzya Batista 1º B
ResponderExcluirMediante ao uso informal das gírias do baianês na entrevista de emprego,o texto nos dá dicas de como agir diante a essa situação.
ResponderExcluirOs autores falam que podemos mudar nossa postura em cada ocasião.Exemplo:em uma festa com os amigos podemos usar livremente as gírias,mas no ambiente de trabalho devemos falar fluentemente correto deixando as gírias de lado.
O texto alerta que podemos não só cuidar das gírias como tambem dos erros de português,ortografia,pontuação,etc.Pois esses tópicos tambem nos tiram de um processo seletivo.
pulta que pariu, para de se mostrar, ta mt claro que este texto não é teu ;b
ExcluirDe acordo com o texto, o grande hábito de uso de gírias do “baianês” faz com que muitos baianos utilizem expressões, inadequada á uma situação formal de uma entrevista de emprego. O texto relata que não é só esse fator que interfere em uma entrevista de emprego, erros gramaticais e de concordância utilizada de maneira inadequada, pode prejudica totalmente uma pessoa em sua entrevista de emprego ou até mesmo em meios sociais. Concordo plenamente que, ”O baianês é uma tradição popular, e não há como se divorciar do baianês estando na Bahia”. Até por que quem nunca falou “Bahêa” ao invés de Bahia e “Calçola” ao invés de Calcinha. Mas, é claro que esses tipos de dialetos e idioletos não deve ser usados em situações formais, devemos nos comportar nos vestir e falar de uma maneira formal em um ambiente profissional. Gleysa Rosane Souza Santos 1°B
ResponderExcluirEm minha opinião o texto expressa bem, o fato do preconceito com o modo de falar dos baianos em entrevistas de trabalhos. Não concordo com isso, porque acho que uma pessoa não deve ser excluída de um processo seletivo pelo seu modo de falar, e sim concordo com o escritor Nivaldo Laríu ao afirmar: - desde que as palavras não sejam de baixo calão, não há problemas no famoso baianês.
ResponderExcluirMas quando o candidato fala errado e apresenta erros na escrita, dependendo da vaga, aí sim ele pode ser excluído de um processo seletivo e perder a vaga de emprego. Marinêz Silva 1º B
Temos que saber se adequar ao lugar em que estamos, pois há linguagem para tudo. Nós somos verdadeiros camaleões linguísticos, por isso, quando estamos numa entrevista de emprego, por exemplo, um lugar formal e que exige de nós educação, não é aconselhável usar gírias, linguagens peculiares ou incultas. Não que seja preconceito, só não é apropriado ao ambiente, porque até para o entrevistador é chato passar por isso. É preciso você se observar, quanto a sua fala, para ela não lhe prejudicar, afinal você é o que você fala.
ResponderExcluirO português na escrita, é tão difícil quanto na fala, na maioria das vezes por causa das regras de pontuação e concordância, por isso para muitas pessoas é difícil escrever um texto formal. Escrever errado pode acontecer com todos, mas para evitar esse tipo de constrangimento, é preciso atenção.
Renata Marques De Almeida Rocha
O “baianês” é uma tradição popular. Não é um erro usar o “baianês”, devemos saber falar em locais apropriados. Temos que diferenciar o nosso falar em sociais, e saber expressar como relata na entrevista.
ResponderExcluirEm uma situação formal ou emprego devemos prevalecer a linguagem culta, assim o entrevistador identificará, que você soube usar as gírias do seu estado.
Francyele Pereira 1°B
Pensa-se sempre sobre o que vestir, como agir e o que é apropriado ou não falar numa entrevista de emprego. Tudo e qualquer mísero detalhe inadequado, influência na hora de uma empresa bem qualificada contratar uma pessoa disposta a preencher a vaga. O importante não é você ser “perfeito” aparentemente na hora da entrevista e sim se encaixa perfeitamente na vaga. O sotaque de um baiano, utilizado excessivamente, nesse caso, por mais engraçado que seja, se torna uma caracteristica negativa, pois gírias certamente não são adequadas num ambiente de trabalho. Não é pro baiano ser ridicularizado pela suas gírias, porém distinguir a hora certa de usá-lá. Me posiciono portanto, totalmente a favor do texto, pois seu patrão não vai olhar a marca da sua roupa, nem quanto você tem na carteira. Ele quer pra sua empresa qualidade e não quantidade. Fora do ambiente de trabalho, suas girias, com certeza, serão aceitas com graça e harmonia, para toda uma sociedade, porque: “Ô bicho engraçado esse tal de baiano viu ?”
ResponderExcluirTHAYNÁ ALMEIDA DE JESUS, 1°B
Concordo com o autora do texto, em um trecho ela relata: “(...) o hábito faz com que muitos baianos utilizem expressões que não se aplicam à situação formal de uma entrevista de emprego”. Muitas pessoas utilizam essas gírias porque é normal para elas, fica difícil desapegar-se delas, porque cresceram num ambiente que se utilizava muito o “baianês”.
ResponderExcluirQuanto à concordância, gerúndio, ortografia e pontuação, há pessoas com escolaridade baixa que na pronúncia trocam o “l”pelo “r”, entretanto não escrevem essas palavras erradas, apenas pronunciam, já vi isso acontecer e não acho esse erro tão grave quanto “nós vai”, “a gente vamos”. Dependendo do cargo disputado pelo candidato, é intolerável qualquer tipo de erro de ortografia e/ou pronúncia.
Conclui que utilizar o baianês não está errado, mas temos que discernir os locais em que devemos usá-lo. Então é melhor não utilizar gírias em entrevistas de emprego.
Matheus Costa dos Santos – 1º B, Vespertino.
O “baianês” é o segundo vocabulário do baiano, às vezes até o primeiro. Empregamos tanto o baianês que esquecemos q ele é uma linguagem regional e popular pronunciada em ambientes mais íntimos. Cometemos o gravíssimo erro pegando-o na nossa escrita, e no cotidiano profissional.
ResponderExcluirComo é dito no texto o baianês pode atrapalhar na entrevista de emprego, não só no modo falado e até na escrita.
Sabemos que em situação formal devemos utilizar linguagem culta, mais mesmo assim continuam a falar o tradicional baianês. O baianês pode ser falado em ambientes sociais, mais nunca em ambientes profissionais. Quando não souber empregar as palavras de modo correto em processo seletivo, é melhor procurar estudar, e esquecer seu baianês, não é apenas o modo falado que está em questão, mais também a ortografia e pontuação.
O erro de portuguesa não passa despercebido, dependendo da vaga. Pessoas com alto nível de escolaridade não percebem seus erros Durant a entrevista, muitos se confundem em escrever palavras.
O texto apenas quer dizer que o trabalho não é brincadeira, então, é procurado pessoas competentes e com uma boa formação e comportamento adequado isso inclui na fala e na escrita.
Kátia Hemile Santana De Oliveira
Concordo com o texto, principalmente ao falar que é preciso manter a formalidade e deixar o baianês guardado para momentos adequados. Os problemas mais citados foram os erros de ortografia, vícios de linguagem e o pleonasmo.
ResponderExcluirEm minha opinião, podemos esconder facilmente esse “baianês”, em um momento formal como esse da entrevista de emprego. Falar só o necessário e prestando muita atenção no que vai falar, ajuda muito. É citado no texto que, alguns candidatos com um nível de escolaridade alto ficam sem a sua vaga de emprego por erros na ortografia, nesse caso, o baianês não influencia muito, como disse Jozete: “Já recebi um currículo no qual o dono escreveu várias vezes “você” com ç”, do meu ponto de vista, o baianês não influencia nesse tipo de erro ortográfico, acho que simplesmente ele já estava acostumado a escrever “você com ç”.
Enfim, como se trata de uma situação formal deve-se evitar todo o tipo de “regionalismo”, ou seja, “na medida certa”.
Rafael Cruz Cordeiro 1º ano A Vespertino
O artigo publicado no jornal “correio” tem como objetivo informar os baianos que utilizam gírias do famoso “baianês”, como se deve falar e comporta-se em uma entrevista de emprego.
ResponderExcluirEle utiliza o uso de uma linguagem coloquial, que facilita o entendimento do leitor, além de mostrar erros gramaticais que cometemos em nosso dia a dia, e que utilizamos em entrevistas de emprego, isso faz com que o leitor se identifique com o texto lido.
Mostra também como os entrevistadores reagem com os erros cometidos pelos entrevistados,
Explica também que não devemos abrir mão de nosso “baianês”, mas sim aprender a usá-lo de acordo com o lugar em que estamos.
Káren Rosendo Santana 1° B
O texto apresenta argumentos plausíveis, em relação ao uso do “baianês” numa entrevista de trabalho. Vivemos numa sociedade mau acostumada, e um desses visívies e maus costumes é o fato do regionalismo numa entrevista de emprego. Concordo com o texto e acredito que nenhuma empresa contrataria uma pessoa usando e abusando de girias baianas no ambiente de trabalho, onde a seriedade e o foco é o ponto chave. São engraçadas ? Sim, mas no momento e lugar adequado, que seria longe do ambiente de trabalho, principalmente numa entrevista de emprego onde a perfeição é o topo para alcançar o cargo da vaga desejada. A dica para uma boa entrevista é ser você mesmo, só que longe de todos os maus costumes que uma sociedade lhe oferece.
ResponderExcluirNatalya Regiane Almeida Oliveira - 1°B, vespertino.
O autor do texto retrata o uso de uma linguagem
ResponderExcluirdespojada conhecida como "baianês", que tem prejudicado a muitos candidatos a uma vaga de emprego.
No texto, é usado varios exemplos do "baianês", expressões bastantes usadas como: "Oxente", "retado", "se ligue" e outras.
Acredito que a intenção dessa notícia, não é fazer com que as pessoas dexem de expressar sua cultura linguistica, mas sim, alerta-las a não
usar essas expressões em ocasiões formais, como a de uma entrevista de emprego.
.::Mateus Alves Magalhães 1ºA::.
Todos nós baianos já utilizamos o "baianês" , mas é preciso saber usa-lo ou seja , usar com pessoas íntimas , em ambientes que as pessoas também o pronunciam. Em uma entrevista de emprego por exemplo o "baianês" jamais deve ser pronunciado pois o entrevistador o terá como uma pessoa "não culta" , não preparada para aquele cargo .E em várias outras ocasiões usamos a tal gíria sem perceber , e é ai que mora o perigo , pois já estamos tão acostumados a pronunciar estas palavras que nem nos damos conta de que elas são "erradas" para certas ocasiões de nossas vidas .
ResponderExcluirTatiana Ribeiro Lima (1B , vespertino)
O autor do texto nos fala sobre o "baianês" , de como , quando ele é usado e quando isso nos prejudica. No texto , o exemplo que temos é de um candidato a uma vaga de emprego , e das tais palavras. A intenção da notícia não é de nos fazer deixar de pronuncia-las , e sim de nos conscientizar sobre onde e quando devemos pronunciar as tais ; pois ás vezes já estamos tão acostumados com a gíria , que nem nos damos conta de quando a pronunciamos .
ResponderExcluirCleiton Souza Santos (1B , Vespertino )
Nós baianos temos que deixar o nosso jeito “baianês” para os lugares informais e sociais, mas nunca para os lugares formais e profissionais. Temos que tentar aprender o melhor jeito de falarmos formalmente, principalmente aprender a escrever na forma correta. Para que possamos ter o nosso emprego garantido, mesmo que não seja necessário tudo isso. Até porque os baianos podem mostrar bem o seu lado profissional como qualquer outra pessoa formal.
ResponderExcluirConcordo com o texto quando ele retrata bem que o baiano tem “o hábito de utilizar expressões que não se aplicam à situação formal de uma entrevista de emprego”.
Não existe nenhum português que seja errado, mas sim existe a diferença no modo da fala de cada pessoa, dependendo da sua região e da alta ou baixa escolaridade de cada um.
FABYELLE FRAGA DE LIMA 1°ano A vesp.
O uso de gírias do “baianês” é usado muito na maioria dos baianos. O uso das gírias retrata muito a cultura baiana, dando como exemplo, as “baianas do acarajé”, elas acabam usando muito as gírias para chamar à atenção das pessoas.
ResponderExcluirNão podemos da um fim no uso do “bainês”, mas sim devemos evitá-lo em alguns ambientes, como por exemplo uma entrevista de emprego. O uso do “bainês” acaba dando algumas imagens não positiva para pessoa que se expressa através dessas gírias, por exemplo, uma pessoa de classe baixa ou até mesmo uma pessoa vulgar.
O pior de tudo no uso do “bainês” não é na fala mais sim na escrita, como em um currículo, em alguns currículos são usados as gírias baianas, através disso são dadas poucas oportunidades para essas pessoas que fazem o uso das gírias na escrita.
Muitas pessoas acabam criticando o uso da língua culta, mas não conseguimos imaginar um apresentador jornalístico, com o uso de gírias.
O texto de Ayeska Azevedo relata um ponto importante, fala que “não é feio usar as gírias do baianês. O problema é que o hábito faz com que muitos baianos utilizem expressões que não se aplicam à situação formal de uma entrevista de emprego.”
Então para evitar o uso de gírias em alguns ambientes formais, é bom ler livros, gramáticas,revistas e etc.
IURY SOUZA LOPES 1ANO A
Anderson Santos e Santos 1º ano turma A
ResponderExcluirO baianês faz parte do nosso cotidiano, mais devemos saber utilizá-lo na hora certa e no ambiente adequado. Numa entrevista de trabalho, por exemplo, não é adequado o uso do baianês, pois é um ambiente profissional, que nos propõe uma linguagem mais formal, no trabalho nossa forma de se expressar tem que ser diferente utilizando uma norma mais culta. O baianês é uma linguagem de utilização mais cotidiana, onde não devemos utilizar na escrita e nem no ambiente profissional.
O texto relata que o nosso “baianês” não é errado mas sim desapropiado em lugares formais como em uma entrevista de emprego. O escritor do Dicionário Baianês, Nivaldo Lariu, diz que “ Não há duvida de que uma uma situação formal deve prevalecer uma linguagem culta, mas o entrevistador deve ficar sensível a forte questão da cultura baiana. Desde que a palavra não seja de baixo calão, não vejo problema”. Eu concordo com ele mas acho que nem todas as pessoas conhecem o “baianês” , Hidenilza orienta “ Numa entrevista de emprego so deve utilizar os termos que o outro conhece”. Também devemos tomar cuidado com as repetiçoeõs de palavras como “ tipo assim’, “ daí” e etc , fica parecendo que o nosso vocabulario é pobre, que nós não conhecemos muitas palavras. Enfim, devemos nos adequar a fala local, também evitar repetições de palavras e fazer o possivel para nos acostumar com a linguagem culta.
ResponderExcluirJOYCEELMA DA SILVA BRITO ;* { 1°ano A vesp. }
No texto a autora revela o que realmente acontece em uma situaçâo de emprego.Desde o modo de vestir ate o modo de falar influencia.
ResponderExcluirTodos se preocupa em como se vestir,sentar mas esquece o vocabulario.
Mas lembrando que nem todo bahiano usa o baianês
independente da situação
Pode atè agradar com o curriculum mas no modo de falar pode deixar a desejar.FRANCIVAL MOURA
O texto nos relata que o "baianês" é uma língua informal de modo que ela é composta de várias gírias e linguagens desconhecidas. Nós baianos temos que controlar o nosso modo e jeito de falar dependendo de onde estamos e com quem estamos falando.
ResponderExcluirEntão devemos apropriarmos o nosso modo de falar e o nosso jeito de se expressar , para não utilizar uma gíria em local inadequado.
A pessoa que utiliza gírias não é questão que ela seja "burra" depende com que ela convive e o local onde ela mora.
Thiago Henrique Amaral 1º Ano A
Ninguem,é melhor do que ninguem,sao somente diferentes.Apartir dai,posso dizer que algumas pessoas sao muito diferentes das outras,no jeito de falar,andar,agir enfim.
ResponderExcluirExistem pessoas,que conseguem se adequar a tudo,desde lugares a lunguagem.
Mas conseguir adequar a linguagem,é dificil para algumas pessoas.
Um exemplo esse texto que fala de pessoas que vao a entrevistas de emprego e se portam de maneira,mal educada,sem falar da linguagem inadequada,com usos de gírias por exemplo,e palavras de baixo calão.
Leila Caroline da Silva Gama
Bom acho que a língua "baianês" é cheias de sotaques e gírias, temos que saber a hora de pronuncia-las de maneira adequada. por exemplo: se uma pessoa está sendo entrevistada ela não vai poder utilizar gírias e palavras informais, de modo que o repórter pode ser de outra região e não poderá entender aquela forma de linguagem.
ResponderExcluirEntão o baiano tem que se policiar ou se controlar evitar o máximo de utilizar gírias. Por exemplo: no texto relata que tem gente que vai pra entrevista de emprego e não ligando com a roupa que se veste e as gírias que fala causando uma má expressão.
Bruno Vicente de Jesus Santos 1º A
Na minha opinião, esse texto, está literalmente correto. Aborda um tema importante, e de fato, um problema na linguagem. Realmente, não podemos usar gírias em plena entrevista, pois a nossa linguagem conta muito. De fato, saber falar e se expressar bem é de suma importância, até porque, hoje em dia, é preciso ter conhecimentos. Em fim, voltamos então a nossa língua “baianes”. Usar gírias não é errado, até porque cada região tem sua própria cultura, mas em lugares formais, com pessoas cultas não é condizente falar em gírias, relembrando assim, o que o texto relata que devemos nos comporta a cada determinado tipo de ambiente que presenciamos.
ResponderExcluirEm relação à concordância, gerúndio, ortografia e pontuação vem de cada pessoa, um exemplo disso, são pessoas escolarizadas que usam a pontuação incorretamente em produções de texto. Por fim concluímos, que apesar de termos escolaridade ou não, ainda sim nos confundimos na hora da escrita.
THAYNÃ SANTOS ALMEIDA - 1º ano A
Concordo com o texto, pois o uso do “baianês” em momentos inadequados como uma entrevista de emprego pode causar uma outra imagem da pessoa mesmo ela tendo um currículo espetacular. Mas o baiano não deve esconder suas raízes apenas administrar sua linguagem com sabedoria.
ResponderExcluirMARCILIO BISPO NETO
Eu não sou a favor do “baianês” em entrevista de trabalho, pois devemos diferenciar uma conversa com um amigo com um local de trabalho. Acho errado o uso da ortografia errada, pois, a nossa gramática deixa exemplificada o modo de se escrever correto. Então o uso incorreto é uma tolice.
ResponderExcluirCrislayne Fernandes Rocha
“Tipo assim falar para mim é bem fácil os coroa ai fica tudo frio que eu sei me ajeitar em tudo que é buraco sabe comé né? baiano se encaixa em todo lugar, nós é nós nem tem para ninguém esse povo ai que tem umas ideia errada de nós pô, se liga ai mano que eu sou baiano mais também sei falar bonito falô ? oxe vocês parem de encher meu saco então antes que eu comece a pegar ar a que e ai não vai prestar para o lado de nenhum, e nem estou mais afim de papo cortou essa conversa errada pro meu lado eu vou é me escafeder FUUI ! “
ResponderExcluirBom hoje em dia a maioria dos baianos falam deste jeito não podemos dizer que é uma maneira incorreta de se falar ou de expressar depende do grau de escolaridade ou então da cultura do lugar onde vivem , cada um tem seu jeito de falar e se expressar mais existe um tipo de linguagem adequada para cada situação um exemplo é uma entrevista de emprego; muitas vezes as pessoas só se preocupam com a aparência e esquecem de se policiar com o modo de falar e usam gírias , ou até mesmo usam uma linguagem vulgar, não que seja errado falar gírias pois cada lugar tem sua cultura, não se deve olhar a gramatica como vilã pois ela serve pra nos ajudar, basta interpretá-la corretamente, pois tem hora e lugar para tudo, o “ baianês “ é um jeito de falar de cada pessoa, cada um se comporta do jeito que aprendeu quando criança por isso não podemos banalizar ou agir de maneira preconceituosa com as pessoas que falam assim, até porque ser diferente é normal ainda mais no Brasil um lugar de diferentes valores, um universo de variedades linguísticas até porque se todos falassem iguais não teria graça alguma porque o que deixa o Brasil tão interessante é sua riqueza em diversidade cultural .
Willidy Souza Santos 1ª a
Concordo plenamente com o texto, pois as pessoas devem ter a consciência de onde se pode utilizar certos tipos de linguagens e gírias. No texto é citada uma ocasião onde de modo algum é permitido a utilização do "baianês" que é na entrevista de emprego, pois nesse momento o entrevistador esta analisando tudo no entrevistado, roupa, corte de cabelo, e principalmente seu modo de falar. Então acho que no momento que a pessoa utiliza uma gíria ela sera automaticamente descriminada, pois ao utilizar não só o "baianês" como outras linguagens gramaticamente erradas, estarão usando uma linguagem pobre que em uma entrevista de emprego provavelmente sera um critério forte para eliminação do candidato. Mas por outro lado não acho que o "baianês" deve ser abolido pois essa é uma marca da cultura baiana e que as pessoas devem saber diferenciar uma "resenha" com os "parceiros" de uma conversa formal como é a de uma entrevista de emprego.
ResponderExcluirDiego das Virgens Cerqueira 1 ano A
Bem o texto mostra o uso indevido do baianês não devemos achar que é errado esse sotaque só devemos nos policiar no caso de uma entrevista de emprego o que ocorre bastante são os vicios de linguagem ou seja ficar repetindo aquela mesma palavra o tempo todo, que é explicado até no prorpio texto outra coisa que usamos muito é o chingamentos que não deve ocorrer no caso de usarnos o baianês.Bem não errado falar o baianês só temos que saber a medida certa dependendo da situação.
ResponderExcluirJoão Victor Bispo Santos 1°A
Eu concordo com o texto, pois é necessário o uso da linguagem culta em ambientes formais, como diz o texto, "uma entrevista de emprego". Porque em uma entrevista de emprego, o candidato concorrente a vaga de emprego, deve se comportar com formalidade, pois o mesmo, está sendo avaliado e entrevistado; e sabendo que existem outros candidatos concorrendo as mesmas vagas.
ResponderExcluirMas como em tudo que lemos, assistimos ou ouvimos, sempre temos um ponto crítico ou mais. Eu tenho críticas ao texto, mesmo concordando. Pórem, na minha opinião, o texto não só deveria apontar os erros do "baianês"; apesar de que o texto trata-se diretamente ao "baianês". Mas deveria apontar e comparar com outras gírias ou linguagens regionais como o "gauchês", "paulista", "carioca" e o "mineiro", etc.
Outro ponto crítico ao texto, é que nele deveria conter orientações para uma entrevista de emprego, não só abordando a linguagem dos candidatos, mas sim, o comportamento, uso de gestos e o visual do candidato.
Enfim, o texto está muito legal, nos possibilita refletir sobre o nosso modo de agir, falar e se comportar.
MATHEUS SILVA CAMPOS 1º A
Esse texto fala que o nosso "baianês" é uma linguagem informal, que não é adequado a certas ocasiões, ele utiliza o exemplo de uma entrevista de emprego que devemos usar uma linguagem formal e o nosso "baianês" não é adequado a esse tipo de ocasião.Ele retrata que a nossa línguagem é cheia de girías, muletas,etc.Enfim devemos nos adequar a linguagem culta ou formal, evitar repetiçãoes ao falar.
ResponderExcluirREBECA OLIVEIRA SANTOS
Eu concordo com o texto,porque nós baianos devemos
ResponderExcluirsaber diferência a nossa linguagem a depender do lugar em quem agente venha está.
Em uma entreviste de emprego devemos corta o uso de gírias,e devemos nós espreça bem,poque tudo isso erá conta em uma entrvista e erá causa uma bom empressão.Em outros lugares
entre amigos podemos libera sem problemas o nosso vocabulá "baianês".
Herbert Matheus da Silva Rosa 1° ano A
Laize Lima , 1ano A
ResponderExcluirComo uma pessoa acima comentou, tudo tem que ter sua medida certa. Claro, que você não vai usar o baianês pra uma entrevista de emprego, ou melhor, pra ocasiões normais. Como discutimos na sala, tudo tem sua hora determinada, e temos que saber usar a linguagem correta para cada ocasião. Mas, se a ocasião não for nada informal, pode-se usar sim o baianês. beijos.
Eu acho que não a nada de errado, se você falar a linguagem baianês com seus amigos, em ocasições não formais. Tudo tem que ter sua medida certa. Claro que você não vai chegar em uma entrevista de emprego e dizer:
ResponderExcluir- Colé parceiro, toque cinco.
Mas eu não enchergo o baianês como uma falta de estudo, mas sim, como uma riqueza! Só temos que saber usar nas ocasiões certas.
Concordo plenamente com o que diz o texto, pois estamos na B ahia e não temos como escapar do baianês. Todo baiano que se preze já falou '' bença mainha'', ''oxente menino'', ''ô pai ó'' dentre outros. ''Baiano que é baiano fala baianês'', mas não podemos esquecer que o baianês não deve ser usado em entrevistas de emprego e em ocasiões formais.
ResponderExcluirO nosso modo corriqueiro de pronunciar as palavras na linguagem informail sempre usamos '' de repemte denovo'', ''grande maioria'', ''sai fora'' dentre outras pronuncias do nosso vocabulário. O texto também cita sobre a onfluencia de regionalismo tanto na fala como na escrita. '' O baianês é uma tradição popular '' como diz Nivaldo Lariú.
Devemos classificar os locais no uso de nossa lingua e expressões como diz Hildenísia Chagas (gerente do SIMM), como no modo de nos vestir, principalmente para as mulheres que usam decotes e roupas curtas no dia-a-dia mas no trabalho ou em ocasiões formais devemos usar roupas mais compostas. Girias e vicios de linguaguem devem ser abolidos do nosso vocabulário pois muitos usam com a desculpa do baianês.
Vitor Batista dos Santos.
Concordo plenamente com o que diz o texto, pois estamos na B ahia e não temos como escapar do baianês. Todo baiano que se preze já falou '' bença mainha'', ''oxente menino'', ''ô pai ó'' dentre outros. ''Baiano que é baiano fala baianês'', mas não podemos esquecer que o baianês não deve ser usado em entrevistas de emprego e em ocasiões formais.
ResponderExcluirO nosso modo corriqueiro de pronunciar as palavras na linguagem informail sempre usamos '' de repemte denovo'', ''grande maioria'', ''sai fora'' dentre outras pronuncias do nosso vocabulário. O texto também cita sobre a onfluencia de regionalismo tanto na fala como na escrita. '' O baianês é uma tradição popular '' como diz Nivaldo Lariú.
Devemos classificar os locais no uso de nossa lingua e expressões como diz Hildenísia Chagas (gerente do SIMM), como no modo de nos vestir, principalmente para as mulheres que usam decotes e roupas curtas no dia-a-dia mas no trabalho ou em ocasiões formais devemos usar roupas mais compostas. Girias e vicios de linguaguem devem ser abolidos do nosso vocabulário pois muitos usam com a desculpa do baianês.
Vitor Batista dos Santos. 1º ano A
Achei o texto muito bom, tratando da variedade linguísticas que existe na região da Bahia.
ResponderExcluirMais achei um pouco exagerado, dependendo do cargo as pessoas sabem que devem usar uma língua mais formal e que certas girias lhe tirar da briga por uma vaga no mercado de trabalho.
Eu acho que como está presente na noticia os erros ortográficos eliminam mais pessoas do da vaga o próprio ''baianês''.Não que o Baianês não exista ele está muito presente no dia-a-dia dos baianos e ta na nossa raiz, mas as pessoas sabem quando usa-ló.
Matheus Bastos Alves - 1º ano A